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Fuel prices in Argentina

Preços de gasolina na Argentina: USD 1,421/L (USD 5,38/galão), diesel 1,569/L. Veja por que um produtor de petróleo paga preços médios e impulsionadores de peso.
$1.421Gasoline · USD / litre
$2,096Gasoline · Local / litre
$5.38Gasoline · USD / gallon
$1.569Diesel · USD / litre
#74World rank of 170
4% cheaper than the world averagevs world average

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How Argentina compares

CountryGasoline (per litre)USD/gal
🇦🇷 Argentina$1.421$5.38
World average (gasoline)$1.484$5.62
🇱🇾 Libya (Cheapest gasoline)$0.023$0.09
🇭🇰 Hong Kong (Most expensive gasoline)$4.073$15.42

Gasoline price trend in Argentina

Reliable price history isn't available for Argentina from our data sources yet. We track its pump prices weekly from 22-Jun-2026, so this chart will fill in over time.

Compare neighbouring countries

Preços de Combustível na Argentina: Custo de Gasolina e Diesel por Litro

Encher o tanque na Argentina atualmente custa cerca de USD 1,421 por litro pela gasolina, o que equivale a aproximadamente USD 5,38 por galão americano. Em moeda local, isso é cerca de $2.096 ARS por litro. O diesel fica um pouco mais alto em USD 1,569 por litro. Globalmente, isso coloca a Argentina no rank 74 de 170 países pesquisados — quase exatamente no meio da tabela, e logo abaixo da média mundial de USD 1,484 por litro.

Preços de combustível na Argentina — ilustração

Para um país que é um genuíno produtor de petróleo e gás, esses números surpreendem alguns visitantes. A Argentina não é um importador de combustível da forma que muitos países de preços médios são; ela bombeia seu próprio petróleo bruto, refina uma grande parcela domesticamente, e fica na formação de xisto Vaca Muerta, enorme, na Patagônia. Então, por que os preços não são dramaticamente mais baratos, da forma que são em exportadores puros como Arábia Saudita ou Venezuela?

O Que Realmente Impulsiona os Preços de Abastecimento da Argentina

O fator único mais importante é o peso. A Argentina viveu com inflação cronicamente alta e uma moeda que perdeu valor rapidamente contra o dólar americano. O combustível é precificado e ajustado em pesos, mas a economia subjacente de petróleo bruto e refino é denominada em dólares. Toda vez que o peso enfraquece, varejistas e o governo enfrentam pressão para aumentar o preço do abastecimento simplesmente para manter as margens intactas. É por isso que um litro que parece caro em termos de dólar ainda pode parecer como se "sempre estivesse subindo" para locais pagando em pesos.

Os impostos são a segunda alavanca. A Argentina aplica um imposto sobre combustível (o Impuesto a los Combustibles Líquidos, ou ICL) mais um componente de carbono e IVA em cima do preço base. Durante anos o governo deliberadamente congelou ou atrasou aumentos de impostos agendados para proteger os consumidores da inflação, o que mantinha os preços no varejo artificialmente baixos em relação ao custo real do combustível. À medida que esses impostos congelados foram gradualmente descongelados e indexados, os preços no varejo subiram para acompanhar.

A política de subsídio é a terceira peça. Sucessivos governos usaram preços regulados ou "gerenciados" — pressionando produtores e refinadores para manter preços abaixo da paridade internacional — para manter o transporte e a energia acessíveis. Reformas que visam permitir que os preços domésticos convirjam para níveis internacionais (exportação-paridade) tendem a empurrar o preço do abastecimento para cima no curto prazo, embora os tornem o setor de energia mais sustentável a longo prazo. A posição da Argentina perto do meio do ranking global reflete esse ato de equilíbrio: mais barata que a Europa pesadamente tributada, mas bem acima dos exportadores subsidiados.

Como a Argentina Se Compara Internacionalmente

A USD 1,421 por litro, a Argentina é mais acessível que a maioria da Europa, mas notavelmente mais cara que algumas economias em desenvolvimento. Para perspectiva, você pode compará-la com Nepal, um importador de combustível sem litoral, ou Haiti, onde perturbações de suprimento distorcem os preços. Economias ligadas a recursos como Namíbia e mercados caucasianos como Geórgia oferecem contraste adicional em como impostos e dependência de importação moldam o custo final. Você pode navegue pela visão completa em nossa página de preços mundiais de combustível.

O prêmio do diesel também vale a pena notar. Na Argentina, diesel (USD 1,569/L) custa mais que gasolina, que é o oposto do que acontece em muitos países europeus onde o diesel é tributado mais levemente. Como o diesel alimenta frete, agricultura e uma grande parte da frota de ônibus, seu preço passa diretamente para custos de alimentos e logística — tornando-o um número politicamente sensível em uma economia já lutando contra a inflação.

Tendências de preços de combustível na Argentina — ilustração

Perguntas Frequentes

Por que a gasolina é tão cara na Argentina se produz seu próprio petróleo?

Porque os custos de petróleo bruto e refino são efetivamente em dólares, enquanto os salários são pagos em um peso em rápida depreciação. A fraqueza da moeda, o descongelamento de impostos sobre combustível há muito atrasados e a remoção gradual de subsídios de preço empurram os preços do abastecimento para cima, mesmo que a Argentina bombeia seu próprio petróleo de campos como Vaca Muerta.

Quanto custa um litro de combustível na Argentina agora?

Aproximadamente USD 1,421 por litro pela gasolina (cerca de USD 5,38 por galão americano, ou cerca de $2.096 ARS por litro), com diesel um pouco mais alto em USD 1,569 por litro. Isso coloca a Argentina no rank 74 de 170 países, logo abaixo da média mundial de USD 1,484.

O diesel é mais barato que a gasolina na Argentina?

Não. O diesel (USD 1,569/L) é na verdade mais caro que a gasolina (USD 1,421/L) na Argentina. Isso é o reverso de muitos mercados europeus e importa porque o diesel alimenta frete, agricultura e transporte público, passando diretamente para custos de vida mais amplos.